sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Como não perder o bom humor?

CASO 1
Criança a beira do desfralde acorda. Vai trocar a fralda. Tiro a fralda e enrolo um pouco antes de botar a outra. Um pouco, um minuto. Ou nem isso. Mas, antes de conseguir posicionar a fralda debaixo daquele bumbum gostoso, que dá vontade de morder e apertar, vem aquele xixizão matutino, bem caprichado. E paira a dúvida: será mesmo que já chegou a hora do desfralde?

CASO 2
Está na hora de sair para a escola, já mais tarde do que eu gostaria (bem mais tarde). Fralda trocada, roupa de cama molhada idem, roupa vestida, café da manhã tomado, cabelo penteado, dente escovado. Só falta calçar o sapato. Marina quer botar o croc's. Bota. Não, o do coelhinho. Bota. Não, o croc's. Bota. Não, o tênis.

CASO 3
Depois do colégio, vamos ao dentista. Depois de uma preparação de uma semana, dizendo que vamos na tia Lilian mostrar os dentes lindos da Marina. Levamos até uma escova que a dentista deu de presente para a Marina na última consulta. Chegando lá, esperamos e esperamos antes da nossa vez, em meio a "cadê a tia Lilian? quero ver a tia Lilian" e "quero sair, vamos simbora". Quando chegou a nossa vez, depois de ver uma menina sendo atendida, sentada calmamente de boca aberta, chegou a vez da Marina, que agoniou no "quero sair", gritou, ficou vermelha, cuspiu o sugador com a língua até, finalmente, acabar a consulta, que custou os olhos da cara e não durou nem 10 minutos...

CASO 4
Depois de dentista, passeio no shopping e lanche, hora de ir para casa, já de pijama, claro! Vamos trocar a fralda no carro, como já fizemos milhares e milhares de vezes. Marina de pé no banco traseiro, tira a calça, tira a fralda. Agora deita. Mas, antes disso, xixizão! No carro todo. Reclama, respira fundo, reclama mais um pouco, criança ameaça começar a chorar. Pega uma toalha molhada, dá uma secada de qualquer jeito, deita a criança ali mesmo, com mijo ou sem mijo, bota a fralda limpa, o pijama, cadeirinha e o sono das princesas!

CASO 5 
Acorda no dia seguinte, depois de dormir a noite inteira na própria cama (benção merecida!), faz xixi no penico, pede para botar calcinha, bota a fralda, troca de roupa, toma café da manhã, escova o dente, penteia o cabelo. Já está mais do que na hora de sair, já perdeu o suco no colégio. Só falta calçar o sapato. Quer ir com o de coelhinho. Bota. Tira. Não, o croc's. Bota. Tira. O de coelhinho. Ameaça botar. Não, não, não. Bota qualquer um, pelo amor de deus!

Como não perder o bom humor?

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A evolução da fala

Atualmente, já posso dizer com bastante segurança que tenho uma criança falante em casa. Durante esse processo, notei alguns pontos de evolução muito nítidos. E todos eles aconteceram de um dia para o outro, literalmente. Num dia ela não fazia, no dia seguinte começou a fazer. A evolução da fala em si é gradual, mas a passagem de uma etapa para a outra é bem brusca!

Etapa 1
Ela tentava repetir o que a gente dizia, mas não conseguia, e acabava repetindo apenas a última sílaba.
O vocabulário próprio ainda era muito limitado e se resumia aos nomes próprios dos conhecidos, alguns animais, cores (sem saber identificá-las) e verbos de comando (porque dar ordem é o que há!).

Etapa 2
Depois, ela passou a repetir a última palavra inteira. Então, a gente dizia uma frase e ela repetia a última palavra. Ainda sem muitas evoluções no vocabulário.

Etapa 3
Em seguida, a Marina já conseguia repetir tudo que a gente dizia.
E começou também a colocar em palavras as coisas que aconteciam ao redor dela, ainda em linguagem um pouco telegráfica: "papai no banho".

Etapa 4
Adeus linguagem telegráfica! Um dia ela disse "papai no banho", no dia seguinte, "papai tá tomando banho". E, quando saiu a primeira frase assim, inteirinha, a mãe abriu aquela olhão, cheia de orgulho!

Etapa 5
Hoje, ela já não repete mais. Pelo menos não de imediato. Você explica para ela que tem que esperar um pouco. Ela assente com a cabeça e, trinta segundos depois, dispara "vovó, tô espelando". Um tempo depois, repete: "tem que espelá, vovó". E já não se restringe mais a falar apenas sobre o que ela vê. Já me conta sobre o dia, o que fez no colégio, do que brincou. E conta de verdade: que a amiga caiu, que ouviu uma historinha de bruxa.

Com isso, já conseguimos ter uma conversa e tanto. Sei que ainda há tantas outras etapas por vir, mas assim já tá ótimo! Tô adorando!

video

(Pena que cortou a primeira frase. Era a melhor! "Bota o chapéu, minha filha!")

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O desfralde - Parte 1

Já tem um tempinho que o tema do desfralde ronda a nossa casa. O penico e o adaptador do vaso já habitam o meu banheiro há bastante tempo. E ambos já foram usados, mesmo que esporadicamente. O que tento fazer sempre que a Marina vai entrar no banho, é sentar para fazer xixi antes. Às vezes ela senta, às vezes não. Às vezes ela faz, às vezes não.

Mas, de um tempo para cá, a coisa ficou mais séria e mais frequente. No colégio então, a Marina tem usado o vaso com bastante frequência. Sexta passada, fez xixi no vaso três vezes! E a professora já veio me perguntar quando vamos começar.

Depois de um breve episódio de infecção urinária e o primeiro antibiótico da vida, vamos dar a largada! Começaremos no próximo sábado. Até lá, temos falado bastante sobre o assunto. E cada vez que eu falo em usar calcinha, a criança surta e quer calcinha, calcinha, calcinha! Acho melhor focar um pouco mais no vaso e menos na calcinha.

Além do penico, daqueles mais baratex possível (custou R$ 19,90 na Babette), e do adaptador da Munchkin, compramos quilos de calcinhas, de princesa, de barbie, coloridas, de bolinha, de florzinha, mais algumas calças e shorts que já poderão ser usadas como uniforme ano que vem, uma havaiana e um croc's (que além de ela amar ambos, se molhar de xixi, é só lavar e secar que está novo).

Agora, é força na peruca que tá chegando a hora!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

26 meses

Eu tinha programado esse post para o dia 22 de junho, mas não sei por que não entrou.
Aí, fui enrolando, esquecendo e pronto, hoje, 22 de agosto, lá vai ele. Hoje a Marina faz 2 anos e 2 meses!

Nesses dois anos, passamos por muitas mudanças, crescimentos (meu e dela), emoções e alguns estresses também (porque ninguém é de ferro, e nem tudo são flores). Mas o amor que eu conheci, que a minha filha me apresentou, fez nascer dentro de mim uma pessoa nova também! E muito melhor! E me fez descobrir no meu marido um homem movido pelo amor.

E, hoje, aos 26 meses (com vários adendos e muitos avanços desde os 24), essa é a minha Marina:

- adora banana e manga. Não curte mamão.
- conheceu o melão há pouco (não sei por que diabos) e adorou!
- adora pão de queijo, carninha, arroz e feijão. (Na creche, um dia, estava com o intestino solto e preferiram não servir feijão para ela. Só que ela não aceitou a comida enquanto não puseram o feijão! hahaha!)
- aprendeu o que é chocolate e sorvete. Já tinha comido os dois antes, mas não associava nenhum nome a eles. Agora que já tem nome, lascou. Pede sempre que vê ou escuta o nome. Virou palavra proibida!
- adora suco! Adora! Sempre pede suco e sempre quer mais!
- também adora água. Toma super bem, e pede com frequência.
- já come sozinha. E ai de quem tentar ajudar...
- já usa o garfo, daqueles de aperitivo, pequenininhos. E dos de sobremesa também, nos restaurantes.
- sempre tenta pegar uma faca, e quer ajudar a cortar.
- adora me ajudar a fazer bolo.
- acabou de perder as roupinhas de 9 e 12 meses. As de 2 anos ainda ficam grandes, mas dobra daqui, puxa dali e vai.
- não curte muito se vestir e trocar de roupa. Tenho que ser rápida e precisa e, de preferência, escolher o melhor momento.
- adora um sapato! Quando eu dou mole e ela pega as caixas com os sapatos maiores, que ainda não estão em uso, a diversão rola solta. O difícil é guardar tudo.
- já consegue tirar o sapato sozinha, dependendo do modelo. Eu explico que tem que puxar pelo calcanhar e ela faz direitinho.
- gosta muito de música. No carro, quando coloco um CD e a música acaba, ela não dá nem dois segundos e já pede "ota"!
- acompanha letra de música que é uma beleza, sempre enfatizando a última sílaba de cada palavra, e seguindo o ritmo certinho.
- simplesmente ama a música "leão", da arca de noé, do Vinicius. Se toca uma vez, lascou. Só vai tocar ela, porque ela pede repeat at eternum.
- adora banho! nos fins de semana, os banhos de banheira duram uns bons vinte minutos. E ai de mim se tentar tirar ela antes da hora... Adora passar "cabolete" (já aprendeu a falar sabonete...), sozinha, claro, mas odeia quando eu passo xampu. Sempre dou um pouco de xampu para ela passar no cabelo e me ajudar, mas tenho que esfregar rapidinho.
- ama lavar a mão! Quando chegava na creche depois das amigas, entrava na sala e chamava a Lolô e a Malu para o banheiro. E lá iam as três lavar a mão. No inverno, a professora começou a vetar isso.
- dorme na caminha, e gosta bastante dela, principalmente de sentar no banquinho que fica no pé da cama.
- está passando por momentos difíceis em relação à hora de dormir. Normalmente, tenho que ficar com ela até ela adormecer... Antes era perfeito, e ainda vai voltar a ser!
- acorda no meio da noite, e aí vem para a nossa cama. Já vem andando sozinha e, quando chega, levanta os braços para eu puxar ela para cima.
- anda de carro numa boa, mas às vezes se irrita e pede para sair.
- dorme no carro que é uma beleza.
- já viajou de avião duas vezes.
- é bem calorenta.
- fala muito! E é lindo! Às vezes, surge com umas palavras não sei de onde.
- já passou da fase de repetir tudo que a gente fala. Agora, cria suas próprias frases.
- já me conta como foi o dia na escola, o que fez, com quem brincou!
- pede licença para tudo! E ama dar ordem!
- forma frases de trás para frente (outro dia, estávamos numa festinha e fomos comer o bolo, que tinha confeitos de estrelinha por cima. Aí ela dispara: "mamãe, estelinha comê não".)
- confunde todas as cores. E às vezes cisma com uma. Primeiro foi o amarelo. Tudo era amarelo. Depois veio o verde. Agora é a vez do marrom.
- já sabe contar: "tês, quato, cinco, eis, ete, nove, dez"!
- confunde acender com apagar. Quando entramos em casa de noite, ele começa: "mamãe, apaga a luz".
- é a maior macaca de imitação. Imita tudo e todos. Outro dia, estava passando pela sala e bati as unhas no tampo da mesa de vidro. Ela, que vinha logo atrás, tentou repetir o mesmo, batendo os dedinhos no vidro. Lindo de morrer!
- tem muitos amigos na creche, mas já tem os preferidos.
- reconhece os pais de todos os amigos, aponta e diz o nome da criança.
- é beijoqueira! No colégio, em casa, adora dar beijo. Outro dia, saindo de casa de manhã, chamou o pai: "beijo, papai, bico!" E é super carinhosa!
- tem um jeitinho super meigo. E cílios enormes!
- também é muito vaidosa. Gosta de batom e de óculos.
- andou de bicicleta pela primeira vez e curtiu muito.
- ganhou um patinete de aniversário e amou!
- curte um teatrinho.
- já assistiu vários filminhos (Toy Story, Nemo, Cinderela, Rei Leão).
- adora galinha pintadinha e pocoyo.
- adora brincar de bambalalão.
- adora brincar de qualquer coisa com a mãe do lado. Mas tenho que ficar sentada do lado mesmo!
- ama brincar de massinha.
- já tenta pular. Dá o impulso com as pernas e galopa, mas não consegue tirar os dois pés do chão ao mesmo tempo.
- gosta de brincar de túnel nos bicicletários que têm na rua.
- não tem brinquedo nem boneca preferidos. Brinca com vários, mas não demonstra predileção.
- dá nome para todas as bonecas.
- gosta muito de uma cabaninha que ganhou dos tios. Brincamos de boneca e de ler livro lá dentro.
- ama colo! E pede sempre!

E eu amo muito muito tudo isso!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Conexão

Sabe aquela ligação entre mãe e filha, de saber o que a filha está pensando, de conhecer até o âmago? Adoro isso. Acho super legal. Quando vou a um restaurante com a minha mãe, brincamos de uma acertar o que a outra vai pedir. E quase sempre acertamos!
Quando eu era adolescente, super fechada e argentina, ela vinha cheia de jeitinho brasileiro me fazer falar, me descobrir, me conhecer e fazer eu me conhecer também. E aprendi muito com tudo isso, com essa maneira carinhosa de se aproximar do outro, do filho. E, mais uma vez, a vejo agir assim com a minha filha. Ela fala com carinho, explica no detalhe, diz para ter paciência, exatamente como fazia comigo.

A medida que a minha filha vai crescendo, fortalecendo a sua personalidade e desenvolvendo cada vez mais a linguagem, acredito (e espero) que isso também vá começar a acontecer com a gente! Às vezes, imagino como vou abordar assuntos delicados com ela, como gostaria que ela conversasse comigo sobre tudo. Aí vejo que estou virando a minha mãe. Que sorte a da Marina!

Mas, enquanto esse dia não chega, a gente já vai desenvolvendo uma conexão muito especial, que vai além do dia a dia, além dos momentos (bem frequentes, às vezes até demais) em que ela só quer a mamãe, só o colo da mamãe resolve. Eu diria que é uma conexão noturna.

A Marina continua acordando à noite e vindo para a nossa cama. Até aí, tudo bem, não estou falando sobre isso. A questão é que, uns trinta segundos antes de ela acordar, eu acordo. E quanto eu acordo, já sei que é porque ela vai dar uma choradinha (às vezes nem isso) e aparecer no meu quarto. Já achei que ela poderia ter feito algum barulhinho que me acordou, mas, quando é assim, a gente acaba percebendo. E eu não percebo nenhum ruído, nenhum dia, e acordo um pouquinho antes dela quase todas as vezes em que recebemos visita.

Esse deve ser o início da nossa conexão. Forever!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Palavras Proibidas

Outro dia, a madrinha da Marina estava contando que já não pode comer mais nada na frente da filha de 10 meses. Tudo ela quer pegar e meter na boca. Lá em casa, Marina já extrapolou o sentido da visão e entrou no da audição. Claro que se ela vir alguém comendo alguma coisa, vai querer. Mas se ela nos escuta falando sobre determinada comida, também quer.

Por exemplo, eu fui no mercado e comprei um monte de coisa. Quando o Dani chega em casa, eu conto:
- Hoje comprei um pacote de biscoito.
- Bicoito? Qué bicoito! Mamãe, qué bicoito! Bicoito, mamãe! Bicoito!

Pode ser biscoito, sorvete, pão de queijo, queijo, água de coco...

E as palavras proibidas não se restringem às comidas. Se alguém falar em padaria, lascou-se... É um tal de "mamãe, padalia, qué padalia, mamãe" ad eternum.

Por falar na padaria, a Marina já tem ótimos amigos lá, e sempre ganha um pão de queijo de brinde! E o senso de localização dela também dá show. É só a gente começar a se aproximar da nossa rua para ela já saber que a padaria fica na esquina e começar com os pedidos insistentes e incessantes de padalia!

Só não digo que o senso de localização dela se resume a saber onde fica a padaria porque, outro dia, enquanto íamos para o colégio, passamos na frente da rua Conde Afonso Celso, entrada para a pracinha Pio XI, Marina pediu "pracinha, pracinha, Lolô"!

Palminhas para ela!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Noite agitada

Ontem, tivemos uma noite agitada em casa! Relaxem, a agitação veio antes da hora de dormir!
Sempre que vamos para casa, eu tento inventar atividades diferentes, para não ficar só sentada no quarto dela, brincando sempre com os mesmos brinquedos.

Assim que chegamos, resolvi fazer um bolo. Por maior que pareça ser a aventura de ir para a cozinha com criança, já estou bem acostumada. É uma coisa que fazemos muito e todo mundo adora! O bolo de ontem era de banana, sem farinha, só com aveia. Só uma observação: eu cozinho, mas não sei fazer nada sem receita. Nada mesmo. Inclusive, para mim, cozinhar se resume a seguir receita. Aí que na receita do meu bolo não falava de açúcar. E eu nem tchum. Depois que botei na forma, a Marina queria provar a massa. Provou umas cinco vezes e me deu uma provadinha também. Nesse momento, me dei conta de que não tinha posto açúcar. Coloquei bastante extrato de baunilha, misturei um pouco e forno.

Enquanto isso, fomos para o quarto, preparar um abraço virtual para mandar para a Obi e a Vale, bisa e tia-avó argentinas. Tirei a ideia do pinterest e guardei por um tempão. Confesso que morria de medo de brincar de tinta em casa. Fez uma micro sujeirinha, no chão e na roupa da Marina, mas foi muita diversão!
Primeiro, pintar a mão de tinta é uma coisa que a Marina faz muito no colégio, então ela foi contando como é, que é a Silvia (professora) que faz cosquinha na mão dela. E ela passava o pincel na mão e morria de rir de cosquinha!



E lavar a mão e tirar a tinta foi outra diversão! Confesso que adorei perder o medo da tinta, porque já vi um monte de brincadeira legal no pinterest para fazer pintando a mão!

Aí o timer apitou! 30 minutos, bolo pronto! Fiz o teste do palito e achei que ainda faltava bastante. Mais 15 minutos. Enquanto isso, fui cortar o contorno das mãos e grudar na fita, para completar o abraço. Marina me ajudou, brincou com as mãozinhas cortadas, adorou medir o tamanho da fita com os braços abertos.

Bolo pronto e fomos comer um pouco. Realmente ficou sem açúcar, mas a pequena comeu um ou dois pedaços.

Depois, ainda fomos fazer outra coisa diferente! Preparamos uma armadilha de espião para quando o papai chegasse em casa. Já tinha visto isso várias vezes no pinterest (eu sei, amo!) e achado mega complicado de fazer. Mas, como estava com a gaveta dos crafts aberta (por causa das mãozinhas), a Marina pegou um rolo de fita qualquer e saiu desenrolando ele pela casa. Aí resolvi fazer isso. Claro que ficou muito menor e mais tosco. Prendi com uma fita crepe porcaria, que inclusive soltava fácil. Brincamos um pouco, mas como o papai não chegou (motivo pelo qual fizemos a brincadeira) acabamos mudando o foco.


E assim foi a nossa noite: bolo, abraço e espião!